APRESENTAÇÕES DO LABORATÓRIO CRIATIVO 

MUSEU, TEATRO E HISTÓRIA

Reservas de ingressos: https://linktr.ee/questao.de.critica 

 

 

TURISMO PROTESTA 

De Amalia Tercelán

 

Recorremos una ciudad para hablar de otra. Indagamos la historia. Ahora que el teatro no es teatro ¿puede ser un museo y estar en internet? Un libro de historia puede ser tal vez lo más parecido al teatro.

 

Sexta-feira, 26.02.2021 às 19h.

 

Ao final, haverá uma conversa com Andrés Castañeda e Julia Guimarães.

 

 

SHAKULA 

de Alexandra Marinho Oliveira

Com participação de Helô Salles, José de Ipanema e Gabriel Frey

 

Shakula reflete sobre a política das imagens nas obras do artista chileno Alfredo Jaar. Esta experiência cênica estabelece um olhar crítico sobre fotografias, instalações, performances e esculturas de Jaar que discutem o estado de exceção, políticas ditatoriais e seus desdobramentos político-sociais. A partir da indagação de Jaar: “O que o artista faz face ao facismo?”, Shakula busca debater a relação entre arte e política.

 

Sábado, 27.02.2021 às 17h.

 

Ao final, haverá uma conversa com Gyl Giffony e Nicole Cordery.

PAISAGEM INFILTRADA 

De Julia Naidin

 

A partir de uma habitação da década de 70, em uma praia num pequeno município do litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, se coloca um impasse do mutualismo: o modo como as habitações se infiltram no território e o modo como o território se infiltra nas habitações.

 

Domingo, 28.02.2021 às 16h.

Ao final, haverá uma conversa com Eloisa Brantes.

NICA 

De Elisa Band

 

Essa palestra-performance fala de rotas alteradas e caminhos desviantes. Uma performer compartilha a criação de uma palestra e propõe um percurso ao ligar vertiginosamente diferentes assuntos: procedimentos cardíacos, o comportamento das formigas, a colonização do Brasil. “nica” contém fala e dança, escuridão e humor, brinca com o real e a ficção, tem alguma música e celebra a vida.

 

Domingo, 28.02.2021 às 20h.

Ao final, haverá uma conversa com Heloisa Souza e Luciana Eastwood Romagnolli.

CURADORIA 

De Any Luz Correa Orozco

 

Para buscar mais do que respostas, este é um encontro para uma exacerbação da dor, dessa sensação que faz parte do nosso complexo humano e que nos transita em algum momento da vida, mesmo que queiramos evitá-la.

 

Segunda-feira, 01.03.2021 às 18h.

Ao final, haverá uma conversa com Clóvis Domingos e Daniela Leite.

REENCARNAÇÃO 

De Larissa Siqueira

 

Uma aparição acontece quando a experiência extrapola a realidade. Ao desmontar seu trabalho mais recente, "APARIÇÃO", a artista busca reconhecer suas experiências a partir de uma curadoria de memórias, sonhos e obras de arte. O que pode aproximar um livro, uma peça, uma história, de uma assombração?

 

Segunda-feira, 01.03.2021 às 21h.

Ao final, haverá uma conversa com Jorge Alencar e Neto Machado.

(...) Y FUE A SÍ COMO LOS CABALLEROS RESCATARON A LAS PRINCESAS SIN VENDERLES PRESERVATIVOS 

De Yenny Paola Agudelo

 

¿Qué es el cuerpo de la mujer en América Latina?

Una imagen. 

Una palabra. 

Un estereotipo.

Algunas mujeres dramaturgas en América Latina han reflejado en sus textos lo que es ser una mujer hoy, en el continente, en medio de la guerra, en países pobres. Sin embargo no es por la dramaturgia que el mundo se ordena. Es por otras cuestiones (…) Textos, rituales, palabras, noticias, canciones, publicidades, actitudes, fotos y referencias sociales… finalmente así leemos el mundo la mayoría de personas y no por la dramaturgia.

 

Sexta-feira, 05.03.2021 às 20h.

 

Ao final, haverá uma conversa com Gina Monge e Sara Rojo.

DOPINHO: UM LUGAR DE MEMÓRIAS SENSÍVEIS 

De Marta Haas
 

"DOPINHO: um lugar de memórias sensíveis" lança um olhar para o primeiro centro clandestino de tortura do Cone Sul. A palestra-performance questiona quais são as formas possíveis de ocupar e habitar lugares de memórias difíceis.
 

Sábado, 06.03.2021 às 17h.

Ao final, haverá uma conversa com Bárbara de Souza Conte. 

BREVIÁRIO DE APARECÊNCIAS E QUIMERAS

De Andrezza Alves.

 

Espaços, edificações, coisas, gentes ou bichos. Findamos todos. Porém, este “fim” acontece de modos e em tempos distintos para cada um. Mas se é certo que chegamos a um termo, o que fica quando já não se está? Onde estarão gravados os nossos rastros? Partindo da ideia de que as coisas permanecem a nós, o exercício propõe um encontro com objetos de memória de modo a evocar as figuras, os lugares e os afetos que testemunham a passagem de um indivíduo pelo mundo.   

 

Domingo, 27.03.2021 às 17h.

Ao final, haverá uma conversa com Marcondes Lima e Pedro Vilela.

O MUSEU VOADOR

De Lívia Machado

 

Enquanto os astros sinalizam configurações de signos de ar no céu, as materialidades do museu ganham dimensões flutuantes onde nada é permanente e tudo se movimenta. Segundo Manuel de Barros, "poesia é voar fora da asa". Voar (e entender a aerodinâmica dos voos) é a melhor maneira de lidar com transformações.

 

Domingo, 07.03.2021 às 20h.

Ao final, haverá uma conversa com Lorenna Rocha e João Pontes.