COMPLEXO DUPLO

O Complexo Duplo é um núcleo de trabalho continuado que tem realizado espetáculos de teatro e ações formativas no Rio de Janeiro desde 2010. Em 2011 e 2012, o trabalho do grupo se consolidou com a ocupação do Teatro Gláucio Gill, tendo sido indicado ao Prêmio Shell e ao Prêmio APTR, ambos na categoria especial, por esse projeto. Desde então o grupo tem estreado peças e apresentado seu repertório em diferentes teatros cariocas e de outras cidades do Brasil.

QUESTÃO DE CRÍTICA

Idealizada pela crítica e pesquisadora de teatro Daniele Avila Small, a Questão de Crítica é uma revista eletrônica de críticas e estudos teatrais, que neste ano de 2018 completa 10 anos de atividade no Rio de Janeiro. Desde 2012, a equipe da revista já realizou 7 edições do Prêmio Questão de Crítica, 3 edições do Prêmio Yan Michalski (dedicado às montagens em cursos profissionalizantes e de graduação em teatro e que em 2019 voltará à ativa), 3 edições do Encontro Questão de Crítica, todas em parceria com o Sesc Rio, sendo a última edição realizada com patrocínio do Rumos Itaú Cultural. Em parceria com os sites que compõem a DocumentaCena - Plataforma de Crítica, realizou em 2016 o IDIOMAS - Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro, com patrocínio da Caixa Cultural. Atualmente, a revista se dedica à organização de um projeto editorial, o Léxico do Teatro Brasileiro Contemporâneo.

DANIELE AVILA SMALL (RIO DE JANEIRO, BRASIL)

Daniele Avila Small é crítica, pesquisadora e curadora de teatro. Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO, é autora do livro O Crítico Ignorante – Uma Negociação Teórica Meio Complicada (Editora 7Letras, 2015). É idealizadora e editora da revista Questão de Crítica. Em 2017, dirigiu Há Mais Futuro que Passado – um Documentário de Ficção (Editora Javali, 2018). Foi curadora dos Olhares Críticos, eixo reflexivo da MITsp entre 2018 e 2020, dentre outros projetos de formação, teoria e crítica de teatro desde 2011, como as edições do Encontro Questão de Crítica, do IDIOMAS – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro e da Complexo Sul – Plataforma de Intercâmbio Internacional.

FELIPE VIDAL (RIO DE JANEIRO, BRASIL)

Felipe Vidal é diretor de teatro, ator, dramaturgo, tradutor e preparador de elenco de cinema e TV. Dirigiu 26 peças desde a sua formatura na CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, em 1996. Foi o primeiro diretor a encenar textos de Sarah Kane e Anthony Neilson no Brasil. Foi diretor artístico do Teatro Gláucio Gill, em parceria com Daniele Avila Small, na Ocupação Complexo Duplo, projeto indicado aos Prêmios Shell e APTR na categoria especial. Foi indicado ao Prêmio Shell pelas canções originais da peça Contra o Vento - um Musicaos, compostas com Luciano Moreira, com quem também fez a direção musical de Cabeça (um documentário cênico), pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Música e o 6º Prêmio Questão de Crítica. Juntamente com Catarse - uma Para-ópera, estas duas peças compõem a Trilogia Paramusical. Atualmente, se dedica à criação do espetáculo Dois (Mundos), que deverá estrear nos teatros em 2021, mas que já está sendo apresentado online, como um experimento cênico, em episódios pela internet. Em 2021 também está prevista a chegada aos palcos dos CCBBs de Não estamos mortes, adaptação de A morta de Oswald de Andrade, sob sua direção.

PAULO MATTOS (RIO DE JANEIRO, BRASIL)

Paulo Mattos é graduado em administração pública. Desde 2000, dedica-se à produção cultural, tendo sido produtor da Companhia dos Atores e do Grupo XIX de Teatro, entre outros. Idealizou o projeto Arte da África Cinema e Teatro no CCBB Rio, foi gestor da do Sesc RJ e Coordenador de produção do Teatro Municipal do Rio. Atualmente é produtor independente, sendo um dos idealizadores do projeto 2ª Black, que objetiva fomentar e estabelecer um debate crítico sobre a Cena Preta no Rio de Janeiro – projeto ganhador do Prêmio Shell 2019 na categoria Inovação. É também curador, tendo sido membro de comissões de seleção de projetos como o Rumos Itaú Cultural e da comissão de projetos incentivados da SEC RJ. Recentemente fez parte da curadoria do Festival Às Escuras, de arte negra LGBTQI+. Trabalhou como produtor nos festivais riocenacontemporanea e MITsp, entre outros. É jurado do Prêmio Questão de Crítica.

FICHA TÉCNICA COMPLEXO SUL 2020
Curadoria e produção: Daniele Avila Small, Felipe Vidal e Paulo Mattos
Produção executiva: Luísa Barros
Direção Técnica (programação nas redes do Complexo Duplo): Juracy de Oliveira
Operação Técnica (programação nas redes do Complexo Duplo): Juracy de Oliveira e Maurício Lima
Identidade visual: Clarice Pamplona
Fotografia: Guto Muniz - Foco in Cena
Assessoria de imprensa: João Pontes e Stella Stephany
Mkt digital: Laura Limp | Agência Qtal Design
Realização: Itaú Cultural, Complexo Duplo, Questão de Crítica, Goethe-Institut e Consulado Geral da República Federal da Alemanha no Rio de Janeiro

 

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