CABEÇA (um documentário cênico)

A peça dialoga com os 30 anos do álbum icônico “Cabeça Dinossauro”, da banda de rock Titãs, e cria uma ponte entre 1986, ano de lançamento do disco, e os dias atuais por meio dos temas das canções em diálogo com histórias pessoais dos atores. Na 29ª edição Prêmio Shell RJ, o espetáculo foi vencedor na categoria melhor música e recebeu a indicação de melhor autor. Foi vencedor do 6º Prêmio Questão de Crítica e indicado ao Prêmios APTR RJ, nas categorias melhor autor e melhor música, e Cesgranrio, nas categorias melhor texto e melhor direção musical. As canções de “Cabeça Dinossauro”, todas executadas ao vivo na mesma sequência do álbum, são a espinha dorsal do espetáculo que, assim como o vinil, se divide em LADO A e LADO B – primeiro e segundo atos da peça. 

SINOPSE

Oito homens em cena, numa formação que alude a uma banda de rock, executam todas as canções do álbum Cabeça Dinossauro, dos Titãs, permeadas por cenas e projeções que desenham um painel dos acontecimentos emblemáticos nacionais e mundiais dos anos 1980 e dialogam com imagens e referências do Brasil e do mundo nos tempos atuais.

 

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e direção: Felipe Vidal

Elenco (em ordem alfabética): Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Leonardo Corajo, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira e Sergio Medeiros

Diretor assistente: Rafael Sieg

Direção musical: Luciano Moreira e Felipe Vidal

Direção de movimento: Denise Stutz

Iluminação: Tomás Ribas

Figurinos: Flavio Souza

Cenografia: Felipe Vidal

Videografismo e programação visual: Eduardo Souza (PAVÊ)

Interlocução dramatúrgica: Daniele Avila Small

Assistência de direção: Tainá Nogueira

Desenho de som: Branco Ferreira

Direção de produção: Luísa Barros

Produção executiva: Alice Stepansky e Thaís Pinheiro

Realização: Complexo Duplo

Idealização do projeto: Felipe Vidal

 

SERVIÇO

Cabeça (um documentário cênico)

Linguagem: Artes Cênicas, teatro, teatro documentário

Data: 4 de dezembro (única apresentação)

Horário: 21h

Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia

Local de venda: Ingressos à venda na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 21h

Classificação: 16 anos

Duração: 1h50 (com intervalo de 10 minutos)

HÁ MAIS FUTURO QUE PASSADO - um documentário de ficção 

 

Qual é o lugar da mulher latino-americana na história da arte? Essa é a pergunta que impulsionou a criação de Há mais futuro que passado – um documentário de ficção. A peça foi realizada por uma equipe liderada por mulheres em todas as funções criativas e técnicas. O espetáculo joga luz sobre a vida e a obra de importantes artistas latino- americanas, fazendo uma crítica à história oficial, ao poder que as narrativas hegemônicas exercem sobre a visão que temos do mundo e sobre os lugares que nele ocupamos. Do ponto-de-vista formal, a peça opta pelo formato de uma peça-palestra. Tal opção estética – que estabelece uma tensão entre a linguagem artística e a linguagem da conferência – tem como intuito promover um envolvimento afetivo, social e intelectual entre o público, as pesquisadoras e o objeto de reflexão crítica.

 

A peça estreou em 17 de março de 2017 na Sala Multiuso do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Depois, integrou a Todos os Gêneros – Mostra de Arte e Cultura do Itaú Cultural, em São Paulo, e a programação do Cena Contemporânea, Festival Internacional de Teatro de Brasília. No final de 2017, o espetáculo voltou ao Rio de Janeiro para uma temporada no Teatro Dulcina. Em 2018, a cineasta Lúcia Murat deu início a uma livre adaptação da peça para o cinema, que resultará em um filme chamado Ana. O espetáculo foi convidado para estar na programação do FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, do Porto em maio de 2019.

 

SINOPSE

Realizada por uma equipe liderada por mulheres em todas as funções criativas e técnicas, Há mais futuro que passado é um documentário de ficção sobre o lugar da mulher latino- americana na história da arte. Três atrizes apresentam uma pesquisa sobre mulheres artistas de diferentes países da América Latina nos anos 60, 70 e 80, questionando as narrativas hegemônicas que conferem protagonismo absoluto à arte feita por homens, brancos e de países ricos.

 

FIVHA TÉCNICA

Dramaturgia: Clarisse Zarvos, Daniele Avila Small e Mariana Barcelos

Direção: Daniele Avila Small

Elenco: Clarisse Zarvos, Cris Larin e Tainah Longras

Participação em vídeo: Carolina Virgüez

Criação: Clarisse Zarvos, Cris Larin, Daniele Avila Small, Mariana Barcelos, Tainá

Nogueira e Tainah Longras

Direção de produção: Fernanda Avellar

Direção de movimento: Denise Stutz

Cenografia: Elsa Romero

Iluminação: Ana Kutner

Figurino: Raquel Theo

Trilha sonora: Julia Bernat e Laura Becker

Violão, guitarra, gravações, edições e mixagem: Felipe Fernandes

Identidade visual: Clarice Pamplona

Fotos: Nityama Macrini

Assistência de direção: Mariana Barcelos e Tainá Nogueira

Vídeos: Daniele Avila Small a partir de imagens de arquivo e do processo de criação

Costureira: Nice Tramontim (cenário) e Ione de Farias (figurino)

Bordadeira: Paula Miranda

Cenotécnico: Maranhão

Realização: Trestada Produções Artísticas e Complexo Duplo

Idealização do projeto: Clarisse Zarvos e Daniele Avila Small

 

SERVIÇO

Há mais futuro que passado - um documentário de ficção

Linguagem: Artes Cênicas, teatro, teatro documentário

Data: 5 de dezembro a 6 de dezembro

Horário: Quarta e quinta às 20h

Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia

Local de venda: Ingressos à venda na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 21h

Classificação: 16 anos

Duração: 75 minutos

Sala Municipal Baden Powell |  Av. Nossa Sra. de Copacabana, 360 - Copacabana, Rio de Janeiro | Tel:(21) 2547-9147

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